segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
DIGERIR
O MUNDO
Luiz
Gonzaga Caetano Monezi
VASTO MUNDO
FARTO PRATO
AOS ÓRGÃOS DIGESTÓRIOS DOS OLHOS
IGUARIAS TANTAS
PALATÁVEIS E INDIGESTAS
AOS APETITES VORAZES
COMPULSIVOS, ANORÉXICOS E BULÍMICOS
URGE REEDUCAR O OLHAR
PRA DIGERIR O MUNDO
SABOREAR, COMEMORAR
À MESA IMENSA , REDONDA DO PLANETA
CONFORME AS NORMAS DE ETIQUETA
DE FORMA SAUDÁVEL, SACIÁVEL, SUSTENTÁVEL
A UMA BOA DIGESTÃO
terça-feira, 17 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
ALIMENTOS ANTIOXIDANTES
Luiz Gonzaga Caetano Monezi[1]
Os antioxidantes tem a importante função
no organismo de combater os radicais livres, responsáveis por inúmeras doenças
e pelo envelhecimento precoce.
Os radicais livres[2] são
produzidos no organismo, através das células, quando ocorre o processo de
combustão, por meio do oxigênio, a fim de converter os nutrientes alimentares absorvidos em
energia, verificando-se o estresse oxidativo[3].
Originam-se também através da poluição, radiações, resíduos de pesticidas,
aditivos químicos, gorduras saturadas, estresse, nutrição inadequada, fumo e
bebidas alcoólicas.
Os alimentos
roxos[4]
(vinho, uva[5],
cebola, repolho, batata, jabuticaba, etc.) são ricos em antocianinas, espécie
de flavonoides, cuja ação antioxidante, protege o corpo de tumores, doenças
vasculares, obesidade, e outros males.
O cacau,
em maior quantidade em chocolates
amargos, é rico em catequinas[6],
substâncias antioxidantes, benéficas ao coração, circulação.
O chá
verde contém grandes quantidades de catequinas, com ação antioxidante,
evitando danos celulares, promoção de tumores. Contribui na queima de calorias,
reduzindo excessos de gorduras localizadas, principalmente as viscerais.
O betacaroteno[7],
também denominado de pró-vitamina A, contido em abundância na cenoura, constitui-se num poderoso
antioxidante que contribui em retardar o envelhecimento e bronzeamento da pele.
A vitamina
C, em quantidade nas frutas cítricas,
com função antioxidante, retarda o envelhecimento precoce, estimula o sistema imunológico,
acelera o processo de cicatrização.
O licopeno,
pigmento de cor avermelhada, encontrado no tomate,
goiaba, melancia e outras frutas, com ação antioxidante, reduz o risco de
câncer de próstata, pulmão e estômago.
As frutas
oleoginosas como a castanha, o abacate (rico em ômega 9 e 3), fontes de gorduras insaturadas,
mediante uso equilibrado, atuam na prevenção de doenças cardiovasculares,
câncer e envelhecimento precoce.
A
Canela, abundante em compostos
polifenóis e cromo, com ação antimicrobiana, anti-inflamatória e antioxidante
melhora a sensibilidade à insulina e
controle glicêmico, reduz o colesterol. As principais componentes encontrados
na canela, cravo e baunilha são os compostos aromáticos: cinamaldeído (antioxidante), vanilina[8] e
eugenol[9].
A linhaça,
fonte de ômega 3[10],
tem ação vasodilatadora, inibe a agregação plaquetária, impedindo doenças
cardiovasculares.
A escolha de uma alimentação saudável, rica em antioxidantes constitui-se na solução mais viável ao ser humano se manter com saúde em meio a tantos riscos de doenças cada vez mais evidentes no mundo atual.
Referências
pt.wikipedia.org/wiki/Radical_livre
igasuadieta.com.br/2010/08/26/o-que-e-estresse-oxidativo
qnint.sbq.org.br/qni/visualizarTema.php?idTema=54
[1] Graduado em Musicoterapia (FAP),
pós-graduado em Ciências do Meio Ambiente (UEM), pós-graduado em Plantas
Medicinais (UFLA), pós-graduando em Obesidade e Emagrecimento (AVM), professor
graduado em Letras-anglo (UEM).
[2]
Possuem elétrons de valência desemparelhada.
[3] O estresse
oxidativo pode
ser definido como o desequilíbrio entre a formação e remoção de agentes
oxidantes no organismo. igasuadieta.com.br/2010/08/26/o-que-e-estresse-oxidativo/
Acesso em 3/9/2013.
[4]
Pigmentos com tons azuis, violetas, vermelhos e púrpura.
[5] A
casca da uva é rica em resveratrol, poderoso antioxidante no combate aos
radicais livres.
[6]
Polifenóis.
[7]
Alimentos com pigmento alaranjado.
[8] Com
propriedades antimicrobianas e antioxidantes. qnint.sbq.org.br/qni/visualizarTema.php?idTema=54 Acesso em 04/09/2013
[9] O
eugenol, forte antisséptico, contribui no tratamento de náuseas, flatulência,
indigestão e diarréia. pt.wikipedia.org/wiki/Eugenol Acesso em 03/09/2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
RESENHA: ETIOLOGIA[1]
DO SOBREPESO E DA OBESIDADE
Caderno de Estudos e Pesquisa. AVM Instituto. Brasília-DF,
2010
Luiz Gonzaga
Caetano Monezi[2]
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, só no Brasil morrem mais de 100 mil pessoas por ano, vítimas da
obesidade. O ganho de peso ocorre quando se gasta menos energia do que se
consome; daí, o desequilíbrio energético, o sobrepeso, a obesidade (CID
10 E66), uma doença complexa de etiologia multifacetada que vem se alastrando
no mundo todo a nível de epidemia.
Dado a facilidade da sociedade atual há uma redução progressiva do gasto
calórico nos afazeres do dia a dia. Principalmente nos países desenvolvidos,
marcado pelo sedentarismo, ante a oferta abundante de alimentos altamente
palatáveis, grande parte da população acaba por consumir grandes porções além
do suprimento necessário; as dietas, por vezes se tornam ricas em gorduras e
estas pessoas acabam por fazer parte da preocupante estatística da população de
obesos.
Alguns indivíduos, por outro lado, com preocupações estéticas e outras
mais, submetem-se a dietas rigorosas que às vezes se seguem por períodos de
ingestão voraz, resultando em grandes flutuações na ingestão calórica e de
nutrientes, contribuindo com o desequilíbrio no metabolismo orgânico e ganho de
peso em parte destas pessoas. Torna-se importante lembrar que o balanço
energético não se traduz apenas na restrição da ingestão de alimentos
gordurosos, mas que outros fatores como a composição em aminoácidos das
proteinas dos alimentos, o metabolismo das glândulas de secreção
interna, bem como o funcionamento dos diversos sistemas orgânicos devem ser
levados em consideração.
H-a que se lembrar que a obesidade infantil é um forte indicador para a
obesidade do adulto, uma vez que a taxa de gordura aumenta nessa faixa
etária posterior; e que a superalimentação, dietas ricas em gorduras favorecem
o ganho de peso. As condições socioeconômicas (alta nos países pobres, baixa
nos países ricos), o sedentarismo também são fatores de risco para a obesidade.
Conforme o material disponível verificou-se que o quociente respiratório
(mais alto nos obesos) e a atividade baixa do sistema nervoso simpático
contribuem para o ganho de peso. Inclusive, faz-se necessário destacar que pessoas
antes obesas continuam com o quociente respiratório alto.
Pelo visto conclui-se que a escalada assustadora da obesidade no mundo
atual explica-se em primeira mão, em decorrência a fatores ambientais. Por
outro lado deve-se considerar que a predisposição genética desempenha um papel
expressivo no ganho de peso entre 24 % a 40% da variação do IMC (Índice de
Massa Corporal).
Através do estudo do mapa genético, classificaram-se as alterações
genéticas favoráveis ao ganho excessivo de peso em: obesidade monogênica e
demais síndromes genéticas relacionadas à obesidade. Com características
mendelianas, os distúrbios monogênicos são quase que exclusivos da idade
infantil, estando associados à hiperfagia. Essas mutações genéticas ocorrem em relação
à atividade hormonal da: Pró-Ópio-Melanocortina (POMC), Melanocortina e Leptina
(controlador do apetite, termogênese e peso corporal), reguladores do peso
corporal. Mudanças na função da POMC resulta na hiperfagia, obesidade grave. Em
síntese, estes hormônios em sua função normal desempenham um papel conjunto
importante no equilíbrio da massa corporal.
Por outro lado estudos realizados por pesquisadores do Medical Research
Council`s Epidemiology Unit comprovaram que o estilo de vida ativo,
sem grandes sacrifícios, auxilia notoriamente no combate da herança genética,
contribuindo em torno de 40 % com a queima calórica relacionada à mesma.
Entre as síndromes genéticas associadas à obesidade destaça-se a
Síndrome de Prader–Willi caracterizada pela deleção da porção proximal do braço
longo do cromossomo 15 paterno (ou a falta de 7 genes do mesmo), ou raramente,
na dissomia (par de cromossomos homólogos) materna do cromossomo 15. Esta traz
como quadro clínico: deficiência mental, hipotonia muscular, excesso de
apetite, obesidade progressiva, baixa estatura, hipogonadismo, distúrbio de
sono e comportamental. Em torno dos 4 anos inicia-se a hiperfagia,
desencadeando a compulsão alimentar, obesidade e problemas de saúde, reduzindo
a expectativa de vida dos sujeitos. Mas isso não significa que se haverá de
cruzar os braços mediante tais prognósticos e sim, buscar soluções, mesmo que
paliativas, ante tantas possibilidades que a vida na redoma de seus mistérios
em sua plasticidade e que a ciência possam oferecer.
A síndrome de Bardet-biedl (BBS), rara, multissistêmica, de tipo
ciliopático, caracteriza-se por manifestações da obesidade,
distrofia retiniana, polidactilia (mais de 5 dedos nas mãos), atraso mental,
hipogonadismo (diminuição da função das gônadas) e insuficiência renal.
Infelizmente, as pessoas responsáveis por esses sujeitos portadores de tais
síndromes, às vezes não são suficientemente orientadas para ajudar a minorar os
efeitos dos mesmos, proporcionando a eles uma vida mais condizente de acordo
com as possibilidades normativas dos mesmos.
A conclusão a que se chega envolve em primeira mão as causas ambientais
como responsáveis pela preocupante epidemia de nossos dias, a obesidade. Cabe
uma alerta ao poder público e à sociedade como um todo ante este quadro
crítico. Pois pesquisa realizada pelo IBGE em parceria com o
Ministério da Saúde (2008 – 2009) revela que 49 % da população adulta está
acima do peso. Muito embora, para uma parcela da população, causas
genéticas tornam-se fatores determinantes para o ganho excessivo de
peso, torna-se importante lembrar que cuidados preventivos, através de uma boa
orientação podem contribuir para minorar os efeitos da falha genética nestes
sujeitos.
[1]
Estudo das causas
[2]
Graduado em Letras Anglo pela UEM,
graduado em Musicoterapia pela FAP, pós-graduado em Ciências do meio ambiente
pela UEM, pós-graduado em Plantas Medicinais pela UFLA, pós-graduando em
Obesidade e Emagrecimento pela AVM Faculdade Integrada.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
PÃO INTEGRAL
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Dar receitas é bom, mas colocar a mão na massa é imprescindível!
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PÃO INTEGRAL
INGREDIENTES:
2 litros de água morna.
1 xícara de farinha de linhaça (opcional)
2 colheres de açúcar mascavo (pode ser o branco)
2 colheres de lecitina de soja (opcional)
1 colher rasa de sal
1/2 kg de shorot de trigo ou farinha de trigo integral grossa
3 colheres de fermento de padaria
1 xícara de óleo (de preferência: canola)
farinha branca até dar o ponto
PREPARO DO FERMENTO:
1 colher de mel em meio copo de água morna(mexer).
Colocar o fermento (mexer).
1 colher de farinha branca (mexer)
Cobrir e deixar crescer.
PREPARO DO PÃO:
· Colocar a água morna numa bacia e a farinha integral
· Acrescentar o fermento crescido, a lecitina, linhaça, o sal, açúcar, óleo (mexendo após cada ingrediente).
· Ir colocando a farinha branca , mexendo sempre, até a massa ficar no ponto de amassar com as mãos.
· Amassar até a massa ficar bem elástica, sem grudar nas mãos.
· Cobrir com toalha e colocar dentro de um saco plástico para crescer mais rápido.
· Enrolar c/gergelim(opcional) e/ou sementes de linhaça, colocar em forma untada com óleo e deixar crescer.
Levar ao forno.
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